No primeiro encontro realizado em 27 de novembro, o pequeno espaço escolhido acabou sendo inviável deivido a grande presença de pessoas.
04 de dezembro de 2024 às 09:36 - Atualizado às 11:49
A entidade lamentou o ocorrido e anunciou que, em breve, divulgará um parecer técnico sobre o caso. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou uma primeira audiência pública para discutir as manifestações religiosas no ambiente escolar, conhecidos como "intervalos bíblicos", em unidades de ensino da rede pública estadual no Recife.
No dia 27 de novembro, o (MPPE) decidiu cancelar a audiência pública intitulada como “Ensino e práticas religiosas", cerca de uma hora após o início da reunião, devido à incapacidade do espaço em acomodar os participantes inscritos e o público interessado no debate.
A mobilização do debate surgiu em resposta a denúncias sobre a prática de cultos religiosos, conhecidos como “intervalos bíblicos”, em escolas da rede pública estadual no Recife.
Na audiência, estavam presentes algumas autoridades da "Bancada Evangélica em Pernambuco".
Entre os políticos, estavam:
A coordenadora estadual da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE), em Pernambuco, Gabriela Moura, estava presente para representar a instituição na defesa da liberdade religiosa dos estudantes pernambucanos quando o cancelamento foi anunciado.
A instituição expressou a necessidade de reagendar a audiência em um local mais adequado, possibilitando uma participação popular ampla e plural de representantes da sociedade civil.
A entidade lamentou o ocorrido e anunciou que, em breve, divulgará um parecer técnico sobre o caso. Além disso, a ANAJURE está preparando uma Carta Aberta ao Estado de Pernambuco, que será divulgada na próxima semana.
Em 30 de setembro, o MPPE se reuniu com a Secretaria de Educação e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Pernambuco (Sintepe) para tratar do ensino religioso de forma geral nas escolas públicas do estado. Durante a conversa, a denúncia sobre os “intervalos bíblicos” foi colocada em pauta.
A presidenta do Sintepe, Ivete de Oliveira, destacou que as queixas envolvem cultos evangélicos que ocorrem sem a participação de outras crenças e sem a supervisão de profissionais da educação.
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