Aparelhos eletrônicos, documentos e equipamentos apreendidos. Foto: Divulgação/MPPE.
Em atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e Ministérios Públicos do Ceará e da Bahia, com apoio da Polícia Civil de Pernambuco e Polícias Militares de Pernambuco e Bahia, foi deflagrada, na terça-feira, 19 de agosto, a Operação Ponto de Contato, que desarticulou grupo criminoso especializado em fraudar concursos públicos em diversos estados do Nordeste.
A ação cumpriu 46 mandados de busca e apreensão na cidade de Juazeiro, na Bahia, e nos municípios de Petrolina e Trindade, em Pernambuco. Os alvos foram candidatos suspeitos de se associarem criminosamente para fraudar concursos públicos realizados nos estados do Ceará e de Alagoas.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos eletrônicos, documentos e equipamentos utilizados para as supostas fraudes nos certames. O material seguirá para análise do MPCE.
A ação conjunta dos Ministérios Públicos reforça o combate ao crime organizado, principalmente, no Sertão de Pernambuco, onde o MPPE, recentemente, instalou o Gaeco Sertão, sediado em Petrolina.
A operação recebeu o nome “Ponto de Contato” em referência ao ponto eletrônico, dispositivo de comunicação frequentemente utilizado em infrações dessa natureza, para possibilitar o contato entre os suspeitos durante as provas.
"Esse tipo de cooperação, entre os Ministérios Públicos e as forças de segurança pública, vem demonstrar que estamos atentos e reagindo, com inteligência e articulação, ao crime organizado, lembrando que o Gaeco Sertão se consolidará como importante braço operativo de outras ações que objetivem a paz e o bem comum do povo pernambucano", afirmou o coordenador do Gaeco Sertão, o Promotor de Justiça Júlio César Soares Lira.
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Os candidatos precisam ter ensino médio completo para concorrer aos cargos. O edital exige idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos até a data limite de inscrição.
Nesta fase, os participantes precisam encaminhar documentos que comprovem formação e experiência. A banca utiliza esses dados para atribuir pontos extras na classificação final.
A proposta já recebeu aprovação da Câmara dos Deputados e agora aguarda a votação final. Do total de cargos, 232 são destinados a analista judiciário e 242 para técnico judiciário.
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