Presidente Lula. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira, 30 de janeiro, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, que a recente queda na aprovação de seu governo, apontada por pesquisas, era algo esperado. Segundo ele, isso se deve ao fato de que muitas das promessas de campanha ainda não foram entregues.
“Quando o Pimenta [então ministro da Secretaria de Comunicação] aparecia com uma pesquisa dizendo o que o povo estava pensando, eu falava que é assim mesmo”, declarou Lula.
O presidente destacou que orientava seu ministro a não se preocupar com os resultados das pesquisas, reconhecendo que o governo precisa cumprir suas promessas para conquistar a confiança popular.
“Eu dizia ao Pimenta para não se preocupar com pesquisa porque o povo tem razão. A gente não está entregando aquilo que a gente prometeu. Então como é que o povo vai falar bem do governo se a gente não está entregando?”, afirmou.
Lula ressaltou a importância da paciência nos primeiros anos de mandato e analisou a mudança na expectativa da população ao longo do tempo. “O povo tem muita expectativa e está tranquilo. Mas, a partir do segundo ano de governo, as pessoas começam a avaliar se as promessas foram cumpridas ou não”, explicou.
Promessa de entregas e legado anterior
Apesar das críticas e quedas na aprovação, Lula garantiu que as entregas acontecerão e fez uma comparação com seus mandatos anteriores.
“Quero lembrar que eu deixei a Presidência com 87% de bom e ótimo. Tenho consciência do que estamos fazendo e cada coisa que eu falar, nós vamos entregar”, assegurou.
O presidente destacou ainda que o atual governo já fez, em dois anos, mais preparações do que em seus oito anos anteriores no cargo. Como exemplo, mencionou os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que somam R$ 1,8 trilhão.
Lula concluiu afirmando que as pesquisas devem servir como base para ajustes necessários na administração, mas ponderou que ainda é cedo para prever cenários definitivos para 2026.
Com informações da Agência Brasil
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