De acordo com o magistrado, a decisão foi tomada após a Polícia Federal identificar um vazamento do conteúdo da prova, o que comprometeu a lisura do certame.
Fachada do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura. Arte: Portal de Prefeitura
O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto, confirmou oficialmente, durante sessão do Tribunal Pleno desta segunda-feira, 26 de janeiro, a anulação das provas do concurso para o cargo de Técnico Judiciário, além da reaplicação do exame. (veja vídeo abaixo)
De acordo com o magistrado, a decisão foi tomada após a Polícia Federal (PF) identificar um vazamento do conteúdo da prova, o que comprometeu a lisura do certame e tornou o processo seletivo viciado. A investigação, segundo o presidente do Tribunal, foi iniciada de ofício pela corporação.
A anulação atinge exclusivamente o concurso para Técnico Judiciário. Os demais cargos em disputa no certame, como Analista Judiciário e Oficial de Justiça, não foram afetados pela decisão e seguem com o cronograma normal. A homologação dessas seleções, inclusive, está prevista para ocorrer ainda nesta semana.
Ricardo Paes Barreto informou que o edital que oficializa a anulação das provas deve ser publicado ainda nesta segunda (26). Já a nova data para a reaplicação do exame será divulgada posteriormente pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco.
Ao menos 1.424 vagas são oferecidas em concursos público e seleções em Pernambuco. Sendo assim, as oportunidades são destinadas a profissionais de nível fundamental, médio, técnico ou superior.
Sendo assim, as vagas dos concursos públicos são distribuídas pelas Prefeituras Municipais e pelos demais órgãos do Governo de Pernambuco.
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No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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