05 de abril de 2024 às 13:57
As operações de procura pelos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça, acarretaram um gasto de R$ 6.094.889,60 ao Governo Federal, de acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Esse montante abrange despesas com passagens, diárias, combustíveis, manutenção e operações aéreas conduzidas pelas forças de segurança envolvidas na ação de busca.
Localizados em Marabá, no estado do Pará, Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça foram detidos nesta quinta-feira, 4 de abril, pela Polícia Federal (PF) em colaboração com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após fugirem em fevereiro da Penitenciária Federal de Mossoró (RN).
A distância entre Marabá e o presídio federal de segurança máxima em Mossoró é de aproximadamente 1.650 quilômetros.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o diretor da Penitenciária Federal de Mossoró (RN), Humberto Gleydson Fontinele Alencar, que estava afastado do cargo desde fevereiro. A portaria de dispensa de Alencar foi assinada nesta a quarta-feira, 3 de abril, e foi oficializada pelo Diário Oficial da União na manhã desta sexta-feira (5).
Na terça-feira, 2, o ministério concluiu investigação interna a respeito da eventual responsabilidade de servidores na fuga de Deibson Cabral e Rogério Mendonça.
O órgão resolveu mover processos administrativos contra 10 servidores, mas concluiu que não houve corrupção mas “falhas nos procedimentos carcerários de segurança”.
Atualmente, a penitenciária está sob os cuidados de Carlos Luis Vieira Pires, que foi nomeado como uma espécie de “interventor” pelo ministro Ricardo Lewandowski logo que a cúpula do presídio foi afastada.
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