05 de janeiro de 2024 às 19:20
O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou nesta sexta-feira, 5 de janeiro, que embora houvesse vontade de algumas pessoas, as Forças Armadas não queriam realizar um golpe de estado após os atos de 8 de janeiro de 2023.
"Podia ser até que algumas pessoas da instituição quisessem, mas as Forças Armadas não queriam um golpe. É a história de um jogador indisciplinado em uma equipe de futebol: ele sai, a equipe continua", disse.
O Múcio afirmou ainda, em entrevista ao Globo, que o golpe não obteve sucesso pois não havia um líder para coordenar os atos
"No final, me parecia que havia vontades, mas ninguém materializava porque não havia uma liderança. Você pode dizer: 'No governo anterior havia pessoas que desejavam o golpe', mas não havia um líder que dissesse assim: 'Nós queremos, eu sou o chefe, vamos'. Não existe revolução sem um chefe", comentou.
Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), disse em entrevista que as investigações, sobre os atos de 8 de janeiro teria desvendado a existência de três planos contra ele.
Um deles, segundo o magistrado, serio o planejamento para prendê-lo e enforcá-lo na Praça dos Três Poderes
“Eram três planos. O primeiro previa que as Forças Especiais me prenderiam em um domingo e me levariam para Goiânia. No segundo, se livrariam do corpo no meio do caminho para Goiânia. Aí, não seria propriamente uma prisão, mas um homicídio. E o terceiro, de uns mais exaltados, defendia que, após o golpe, eu deveria ser preso e enforcado na Praça dos Três Poderes”, disse Moraes.
A declaração foi dada em uma entrevista concedida por Moraes ao jornal O Globo.
O ministro também falou sobre a existência de outro inquérito que apura a possibilidade de envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) nos supostos planos contra ele.
Perguntado sobre a influência que as redes sociais tiveram nos atos de 8 de janeiro, Moraes respondeu respondeu que as plataformas “falharam e foram instrumentalizadas”.
O ministro também disse que a regulamentação vai ser “uma bandeira importante Tribunal Superior Eleitoral no primeiro semestre de 2024″.
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