Segundo a corporação, as 12 vítimas faziam parte de uma comunidade religiosa de orações virtuais em Colombo.
As investigações começaram em maio de 2024, após denúncias de vítimas que afirmaram ter sido atraídas por promessas de alta rentabilidade.
Agência orienta população a não realizar pagamentos nem acessar links enviados por criminosos que usam a identidade visual de órgãos de vigilância sanitária.
Investigação da Polícia Civil do Distrito Federal aponta que criminosos atuavam de dentro do Presídio de Igarassu e extorquiam vítimas por meio de ameaças.
Contra o suspeito, identificado como Antonio Carlos da Silva Souza, de 65 anos, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça por crimes de estelionato.
Para sustentar a farsa e justificar seus traços físicos de adulta, a suspeita alegava ser autista e possuir outras condições clínicas.
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