04 de janeiro de 2024 às 12:09
Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), disse em entrevista que as investigações, sobre os atos de 8 de janeiro teria desvendado a existência de três planos contra ele. Um deles, segundo o magistrado, serio o planejamento para prendê-lo e enforcá-lo na Praça dos Três Poderes
"Eram três planos. O primeiro previa que as Forças Especiais me prenderiam em um domingo e me levariam para Goiânia. No segundo, se livrariam do corpo no meio do caminho para Goiânia. Aí, não seria propriamente uma prisão, mas um homicídio. E o terceiro, de uns mais exaltados, defendia que, após o golpe, eu deveria ser preso e enforcado na Praça dos Três Poderes", disse Moraes.
A declaração foi dada em uma entrevista concedida por Moraes ao jornal O Globo.
O ministro também falou sobre a existência de outro inquérito que apura a possibilidade de envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) nos supostos planos contra ele.
"Houve uma tentativa de planejamento. Inclusive, e há outro inquérito que investiga isso, com participação da Abin, que monitorava os meus passos para quando houvesse necessidade de realizar essa prisão. Tirando um exagero ou outro, era algo que eu já esperava ", afirmou o ministro.
Perguntado sobre a influência que as redes sociais tiveram nos atos de 8 de janeiro, Moraes respondeu respondeu que as plataformas “falharam e foram instrumentalizadas”. O ministro também disse que a regulamentação vai ser "uma bandeira importante Tribunal Superior Eleitoral no primeiro semestre de 2024".
"A regulamentação das redes sociais vai ser uma bandeira importante do Tribunal Superior Eleitoral no primeiro semestre de 2024. Elas falharam e foram instrumentalizadas no 8 de janeiro. Proliferaram o discurso de ódio, antidemocrático, permitindo que as pessoas se organizassem para a “festa da Selma”, que era o nome utilizado [para o 8 de janeiro]", completou.
Confira o trecho da entrevista:
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12:46, 21 Abr
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A troca no posto ocorreu por meio de uma portaria assinada pelo delegado-geral Andrei Rodrigues.
"Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas não podemos aceitar essa ingerência", afirmou o presidente.
"É uma vitória de quem não aguenta mais ser perturbado. O celular tem que servir para ajudar, não para ser ferramenta de golpista ou telemarketing abusivo", afirma Fábio Teruel, autor do PL.
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