A decisão de apreender o armamento foi proferida em 3 de julho, quando Moraes revogou o porte de arma e o Certificado de Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).
A medida adotada anteriormente pelo ministro do STF foi motivada pela divulgação pública de uma carta manuscrita de Bolsonaro.
Na petição enviada, os advogados do ex-presidente afirmaram que a visita terá "caráter humanitário" para preservar os vínculos familiares.
O magistrado avaliou que as declarações de Vieira, durante entrevista em março deste ano, foram interpretadas de forma equivocada pelos autores do processo.
Levantamento também indica que a maior parte da população é favorável à permanência do ex-presidente em prisão domiciliar.
Segundo o ministro, a resposta é necessária para verificar se houve novo descumprimento das condições impostas ao ex-presidente durante a prisão domiciliar.
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