O documento é classificado pela própria PF como "sem valor probatório" e reúne informações e hipóteses com diferentes níveis de confiabilidade.
O presidente também ressaltou que não foi responsável pelas indicações de Nunes Marques e André Mendonça, escolhidos por Bolsonaro.
Alexandre usou os relatórios de inteligência da PF para incluir Mendonça no inquérito das fake news e acusá-lo de abuso de autoridade.
O documento, de 44 páginas e dividida em 121 tópicos, foi enviada nesta segunda-feira, 14 de setembro ao presidente do STF, Edson Fachin.
A análise ocorre em meio à crise interna que envolve diferentes integrantes da Corte e às discussões sobre as relações entre autoridades públicas, empresários e o funcionamento do Judiciário.
A Corte também adotou medidas de segurança durante o julgamento, que está previsto para começar às 10h desta terça-feira (15)
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