O anúncio da interrupção da gravidez desencadeou uma onda de ataques virtuais e ameaças de morte contra o casal nas redes sociais.
De acordo com o Conanda, a medida reforçava a prioridade absoluta do interesse da vítima, garantindo-lhe sigilo, autonomia e o direito de ser ouvida sem sofrer novas violências pelas instituições.
O principal ponto levantado pelos críticos da medida é a forma como o texto trata o atendimento de meninas menores de idade que engravidam após sofrer violência sexual.
Resistência à prática atinge 87% entre idosos, mas cai drasticamente para 40% nas gerações mais jovens.
Pesquisa revela forte viés conservador da população, mas aponta divisões profundas entre gerações e gêneros em temas polêmicos.
Segundo a corporação, a menina teve relação consensual com o namorado, que também é menor de idade.
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