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Vídeo: prefeito afastado de Sorocaba, Rodrigo Manga explica motivo de vender amendoim na praia

A cena ocorreu dias após a Justiça determinar que ele deixasse o cargo por 180 dias, decisão que integra a segunda fase da Operação Copia e Cola, conduzida pela PF.

Gabriel Alves

24 de novembro de 2025 às 11:52   - Atualizado às 11:52

Momentos em que prefeito de Sorocaba é visto vendendo amendoim na praia.

Momentos em que prefeito de Sorocaba é visto vendendo amendoim na praia. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura

Após viralizar nas redes sociais vendendo amendoim na praia com uma placa exibindo um pedido de PIX, o prefeito afastado de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos) publicou um vídeo no domingo, 23 de novembro, explicando o motivo da ação. (veja vídeo abaixo)

Nas palavras de Manga, mais de mil unidades do alimento foram vendidas e que o valor arrecadado seria destinado para uma Organização Não Governamental (ONG) chamada "Felicidade", que ajuda crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A cena ocorreu dias após a Justiça determinar que ele deixasse o cargo por 180 dias, decisão que integra a segunda fase da Operação Copia e Cola, conduzida pela Polícia Federal (PF). Banhistas reconheceram o político circulando entre as barracas e registraram imagens que rapidamente circularam pela internet.

Afastamento de Rodrigo Manga

A Polícia Federal solicitou o afastamento do prefeito após identificar elementos que, segundo os investigadores, indicam o envolvimento de pessoas próximas à administração municipal em possíveis esquemas de fraude e lavagem de dinheiro. Entre os presos na etapa mais recente da operação está o empresário Marco Silva Mott, amigo do prefeito e suspeito de atuar como lobista em acordos firmados pela prefeitura.

Ainda mais, o afastamento abre espaço para que o vice-prefeito Fernando Neto (PSD) assuma interinamente o comando da administração municipal. A mudança ocorre em um momento sensível para a cidade, que enfrenta questionamentos sobre a gestão dos contratos de serviços públicos de saúde e sobre a atuação de Organizações Sociais (OS) responsáveis por parte do atendimento à população.

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De acordo com a Polícia Federal, a investigação não começou agora. Os agentes aprofundam o caso desde 2022, quando surgiram as primeiras suspeitas de irregularidades em contratos firmados entre o município e uma Organização Social.

O acordo tinha como objetivo administrar ações e serviços da rede pública de saúde, mas acabou entrando no radar das autoridades após denúncias de possíveis fraudes e movimentações irregulares de recursos.

Anteriormente, em abril deste ano, a primeira fase da Operação Copia e Cola já havia colocado o prefeito no centro das investigações. Naquela etapa, a PF cumpriu 28 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e da Bahia. Em Sorocaba, os agentes estiveram na sede da Prefeitura, na Secretaria Municipal de Saúde, no gabinete de Rodrigo Manga e na casa do ex-secretário de Saúde Vinicius Rodrigues, também investigado no caso. A operação incluiu ainda buscas no Diretório Municipal do Republicanos.

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