O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.
Segundo a Polícia Civil, o grupo investigado teria praticado irregularidades relacionadas a um Termo de Cooperação firmado entre o município de Araçoiaba e o Instituto Reviver Brasil.
Nova etapa investiga suspeitas de fraudes em licenças ambientais, lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados ao setor de combustíveis.
A investigação ganhou um novo desdobramento após declarações de Mori sobre a origem dos recursos utilizados para a criação da Pink Lash, empresa que antecedeu a fundação da Wepink
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