Ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. (Foto: Divulgação)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria de votos para condenar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, à inelegibilidade, por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022.
Até o momento, o placar da votação está 4 votos a 1 pela condenação de Castro. O julgamento continua para tomada dos votos dos ministros André Mendonça e Cármen Lúcia, os últimos a serem proferidos.
Na segunda (23), o ex-governador renunciou ao mandato e anunciou que é pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro.
Contudo, os ministros analisam se Castro pode ficar inelegível até 2030 em caso de condenação no processo.
O TSE julga recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da coligação do ex-deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) para reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024, rejeitou a cassação do mandato e absolveu o ex-governador e os outros acusados.
O processo trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
O influenciador e ex-coach Pablo Marçal se filiar ao União Brasil em cerimônia em São Paulo no dia 6 de março.
Marçal que disputou o cargo de prefeito da capital paulista em 2024 foi declarado inelegível por oito anos, pela Justiça Eleitoral do Estado.
Marçal foi condenado à inelegibilidade em fevereiro de 2025 por vender apoio político na campanha de 2024. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele se ofereceu para gravar vídeos divulgando candidatos a vereador por R$ 5 mil.
Ao Estadão, Marçal afirmou que está convicto de que as ações serão revertidas na Justiça.
"Eu, enquanto jurista, tenho convicção nisso, não pensando como polo passivo, né? Mas, pelo fundamento das ações, de onde vêm as ações, acabou vindo de PSOL, de PT, de lugares que provocam essas distrações", diz o influenciador.
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O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (21) mostra oscilação de um ponto nos índices de aprovação e desaprovação. A avaliação negativa da gestão caiu para 38%.
O levantamento entrevistou 2.154 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
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