04 de março de 2024 às 19:07
O presidente da Associação Pernambucana de Cabos e Soldados, Policiais Militares e Bombeiros Militares (ACS-PE) Luiz Torres nesta segunda-feira, 4 de março, o modelo adotado pelo Governo de Pernambuco para extinção das faixas salariais da categoria.
Segundo Torres, o modelo adotado pelo governo anterior traz prejuízos, mas a mudança proposta pela governadora Raquel Lyra não dialogou com a categoria e ainda carrega desigualdade.
Para a ACS-PE, o Projeto de Lei Complementar que elimina as faixas salariais não está claro.
“Nós policiais e bombeiros militares não temos fundo de garantia. Um posto a mais e uma progressão de cargo é a única saída para termos um salário digno quando vamos para a inatividade”, comentou Torres.
A expectativa da Associação é que o governo e os deputados estaduais escutem as demandas dos policiais e bombeiros militares de Pernambuco, de modo que o PCL seja adequado à garantia da paridade e integralidade aos profissionais da ativa, inativos e pensionistas. Além disso, a ACS-PE garante que o prazo máximo de conclusão da medida seja até 2025.
“Hoje o policial militar trabalha 35 anos de sua vida, prestando serviço à sociedade e não tem futuro sólido, não tem valorização humana, nem profissional. Defendemos o fortalecimento da categoria, através de soluções, seja do ponto de vista de cargos e salários, como também da reciclagem e de formações. Quanto mais esclarecidos os policiais estiverem, mais bem atendida será a sociedade”, finalizou o presidente da ACS-PE.
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Com isso, o Tribunal de Justiça do Rio (RJ-RJ) vai oficializar, em breve, a queda da liminar que havia concedido à atleta trans para que ela pudesse atuar.
De acordo com a CBTU, a iniciativa atende à Resolução nº 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano.
A atuação incluirá ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados e apoio logístico em outros 39 municípios de oito unidades da federação.
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