O Ministério Público informou que, apesar de não realizar resgates, atua para que a garantia das pessoas sejam respeitadas nos abrigos e no atendimento de saúde.
Moradores ajudam no resgate após deslizamento de barreira. (Fotos: Reprodução/ TV Globo)
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) divulgou uma nota neste sábado, 2 de maio, afirmando estar acompanhado a situação dos municípios pernambucanos atingidos pelas fortes chuvas nos últimos dias.
No documento, o órgão se solidarizou com as vítimas, alertando que a população deve acionar canais oficiais como a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Samu e outros.
O Ministério Público informou que, apesar de não realizar resgates, atua para a garantia das pessoas sejam respeitadas nos abrigos e no atendimento de saúde.
Por fim, o MPPE orientou que as doações sejam feitas de forma responsável em órgãos oficiais, reforçando que não é permitido divulgar imagens, nomes ou dados das vítimas e desabrigadas.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) acompanha com atenção e solidariedade os efeitos das fortes chuvas registradas na sexta-feira, 1º de maio, que atingiram diversos municípios do Estado, causando inundações, deslizamentos, mortes, desabrigamento e graves transtornos à população.
Neste momento, a prioridade absoluta é a proteção da vida. Em situação de risco imediato, a população deve acionar os canais oficiais da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, SAMU e órgãos municipais. O MPPE não realiza ações de resgate, mas atua para garantir que os direitos das pessoas atingidas sejam respeitados, especialmente nos abrigos, no atendimento de saúde, na assistência social, na proteção de crianças, idosos, pessoas com deficiência e demais grupos vulneráveis.
O MPPE também orienta que doações sejam feitas de forma responsável, conforme as necessidades informadas oficialmente pelos órgãos públicos, e reforça a importância de não divulgar imagens, nomes ou dados de vítimas e pessoas desabrigadas.
Relatos de violações de direitos, problemas em abrigos, falta de atendimento essencial, discriminação, violência, desinformação ou irregularidades podem ser encaminhados aos canais institucionais do Ministério Público de Pernambuco.
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Segundo a justificativa do magistrado os policiais não descreveram qual atitude suspeita o homem teria apresentado para ser revistado naquele.
No documento, o promotor Fernando Cavalcanti Mattos sustenta que a discussão entre os dois e o disparo teriam sido premeditados, motivados por um "ciúme doentio".
Entre os nomes citados na recomendação estão a esposa, filho e sobrinho do gestor municipal.
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