Lula ao lado de Giorgia Meloni e a primeira-dama Janja. (Fotos: Ricardo Stuckert / PR)
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, defendeu na última terça-feira, 3 de março, a legislação aprovada pelo Parlamento italiano que enquadra o feminicídio como crime punido com prisão perpétua.
A declaração foi feita durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, em um debate sobre violência contra a mulher.
Ao mencionar a medida adotada na Itália, Janja reconheceu a origem política da iniciativa e afirmou que ela partiu de “uma primeira-ministra da extrema direita”.
“Apesar de acharmos que a medida punitiva é o extremo, ela é necessária. Poderia não citar porque é uma primeira-ministra da extrema direita, (mas), enfim, a da Itália (Giorgia Meloni) entendeu isso. Enfrentou e conseguiu aprovar no Congresso a prisão perpétua para crimes tipificados como feminicídio. Foi uma grande vitória”, afirmou.
A primeira-dama também revelou ter sido assediada duas vezes neste mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na mesma entrevista.
"Eu, como primeira-dama, não tenho segurança no lugar onde estou e em nenhum lugar", disse Janja. "Eu posso dizer que já fui assediada nesse período duas vezes. Eu sendo primeira-dama, estando em lugares que eu acho que são seguros e, mesmo assim, fui assediada."
O tema da edição do programa era o combate ao feminicídio, pauta definida como prioritária pelo Palácio do Planalto e bandeira eleitoral do presidente Lula.
Sem dar mais detalhes sobre os episódios, Janja usou o exemplo para defender a vulnerabilidade das mulheres a esse tipo de violência.
"Se eu, enquanto primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras, cuidados, você imagina uma mulher em um ponto de ônibus às dez horas da noite", concluiu Janja.
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