Janja ao lado de Lula. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, revelou ter sido assediada duas vezes neste mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada nesta terça-feira, 3 de março, em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil.
"Eu, como primeira-dama, não tenho segurança no lugar onde estou e em nenhum lugar", disse Janja. "Eu posso dizer que já fui assediada nesse período duas vezes. Eu sendo primeira-dama, estando em lugares que eu acho que são seguros e, mesmo assim, fui assediada."
O tema da edição do programa era o combate ao feminicídio, pauta definida como prioritária pelo Palácio do Planalto e bandeira eleitoral do presidente Lula.
Sem dar mais detalhes sobre os episódios, Janja usou o exemplo para defender a vulnerabilidade das mulheres a esse tipo de violência.
"Se eu, enquanto primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras, cuidados, você imagina uma mulher em um ponto de ônibus às dez horas da noite", concluiu Janja.
Janja vai promover, com o governo brasileiro, o combate ao feminicídio nas Nações Unidas durante a 70.ª Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70).
A principal reunião feminina da ONU ocorre em Nova York, nos Estados Unidos, entre 9 e 19 de março, e contará também com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, à frente da comitiva e dos preparativos.
O presidente Lula reuniu, no início deste mês, algumas das principais autoridades da República para uma cerimônia de assinatura de um pacto de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher.
Na prática, poucas medidas novas foram anunciadas. O evento teve caráter simbólico, funcionando como uma espécie de compromisso dos chefes dos Três Poderes com ações de enfrentamento aos crimes de gênero.
Estadão Conteúdo
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O pedido apresentado pelos advogados incluía uma relação nominal das pessoas que poderiam entrar e permanecer no imóvel.
Foram acrescentados critérios que definem a vinculação desses canais a campanhas eleitorais, além de atribuir o dever de zelar pela legalidade dos conteúdos e das informações difundidas.
Os novos locais terão melhor acessibilidade para os eleitores e melhor logística para a atuação do Tribunal.
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