Lula no dia da posse Foto: Reprodução/X
O governo federal anunciou licitação para a compra de roupas e acessórios destinados a agentes de segurança que atuam na Presidência da República, no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e no Comando Militar do Planalto. O valor total estimado da aquisição chega a R$ 2,27 milhões, incluindo centenas de itens diversos.
De acordo com o edital, a compra busca garantir o chamado “excelente padrão de apresentação pessoal” dos agentes. Entre os produtos listados estão ternos completos, camisas operacionais, sapatos sociais, tênis, botas táticas, gravatas, camisetas de treinamento físico e até roupas de cama como lençóis, fronhas e colchas.
Entre os itens de maior destaque no orçamento estão:
Outros itens incluem camisetas, coletes, bonés, cintos, meias e travesseiros, todos destinados ao uso diário e operacional dos servidores.
Segundo o GSI, a aquisição visa padronizar o vestuário e garantir conforto e segurança aos agentes durante o serviço. A inclusão de roupas de cama e itens para treinamento físico demonstra a preocupação com a rotina integral dos servidores que atuam na proteção de autoridades e áreas estratégicas do Planalto.
O processo licitatório segue as regras previstas pela administração pública e será acompanhado pelos órgãos de controle competentes, garantindo transparência e fiscalização sobre os gastos públicos.
O governo federal, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, registrou gastos de mais de R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo até 2025. Somente no ano passado, as despesas atingiram R$ 423 milhões, ficando abaixo dos R$ 584 milhões registrados em 2024, mas ainda representando uma quantia significativa do orçamento público destinado a pagamentos administrativos e operacionais.
O cartão corporativo é utilizado pela Presidência e por órgãos do governo para despesas diversas, como serviços administrativos, pagamentos a fornecedores e pequenas compras. Entre os principais gastos do período estão empresas de materiais de construção, serviços de pagamento e plataformas de entrega de refeições, incluindo o iFood. Somente a Presidência da República foi responsável por R$ 55 milhões desses gastos em 2025, mostrando a concentração de despesas no Executivo federal.
Ao longo dos três primeiros anos do mandato, os gastos com o cartão corporativo foram distribuídos da seguinte forma: em 2023, R$ 430 milhões; em 2024, R$ 584 milhões; e em 2025, R$ 423 milhões. Apesar da redução em relação a 2024, o valor continua elevado e evidencia a importância do cartão para pagamentos do dia a dia da administração pública, mas também desperta discussões sobre transparência e fiscalização.
O uso do cartão corporativo é regulamentado e destinado a cobrir despesas de caráter institucional, incluindo compras emergenciais ou administrativas que exigem rapidez no pagamento. No entanto, a falta de detalhamento público sobre a maioria das transações levanta questionamentos sobre a responsabilidade no uso de recursos públicos.
Grande parte dos gastos permanece classificada como sigilosa, o que impede a divulgação detalhada de itens e valores exatos. Especialistas em administração pública alertam que o sigilo deve ser equilibrado com mecanismos de controle, para garantir que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e transparente. A discussão sobre a necessidade de prestação de contas detalhada é recorrente em análises de órgãos de controle e parlamentares.
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