Ex-presidente Jair Bolsonaro e o presidente Lula. Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Divulgação
Em apouco mais de dois anos de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já acumula gastos com cartão corporativo superiores aos registrados durante todo o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), entre janeiro de 2023 e abril de 2025, a Presidência da República utilizou R$ 55,5 milhões por meio do cartão corporativo. O montante é mais que o dobro do valor gasto por Bolsonaro em seus quatro anos de governo (2019 a 2022), que somaram R$ 27,6 milhões, o equivalente a R$ 32,6 milhões quando corrigido pela inflação.
Apesar de a diferença expressiva, a maior parte dos gastos atuais está sob sigilo. Do total consumido no governo Lula, R$ 55,2 milhões (99%) não possuem qualquer detalhamento público. Não há informações sobre os fornecedores, notas fiscais ou mesmo quais itens foram adquiridos. A Vice-Presidência segue a mesma linha: dos R$ 393,9 mil desembolsados no período, 92% permanecem sem transparência.
No caso de Bolsonaro, parte das despesas foi revelada após revisão da classificação de informações feita pela Secretaria-Geral da Presidência, em janeiro de 2023.
Os dados mostraram que o ex-presidente concentrou seus gastos em alimentação, com destaque para R$ 312 mil em uma peixaria de Brasília e R$ 15 mil em um único dia em uma lanchonete em São Paulo. Também foram registrados valores em hospedagens, como R$ 1,3 milhão em um hotel no Guarujá, onde passou férias.
Agora, com os números do TCU, a falta de transparência no atual governo levanta críticas de especialistas, parlamentares e organizações da sociedade civil.
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Ao todo, cerca de 35,2 milhões de pessoas terão acesso ao pagamento antecipado, que deve movimentar aproximadamente R$ 78,2 bilhões na economia.
O deputado destacou os investimentos em unidades de referência como o IMIP, o Hospital de Câncer de Pernambuco e o Hospital das Clínicas feito pelo colega.
De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.
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