A manifestação, que terá início às 9h, no Parque Treze de Maio, deve contar com a participação de diversos partidos e movimentos sociais, incluindo parlamentares, lideranças políticas, sindicais e figuras públicas.
Bandeira do PSOL Divulgação
O PSOL convocou a sua militância em Pernambuco para participar do ato contra a anistia dos envolvidos na tentativa de golpe do 8 de janeiro. A manifestação está marcada para acontecer neste domingo, 30 de março, com concentração no Parque Treze de Maio, às 9h.
O ato é organizado pela Frente Povo Sem Medo, integrada pelo PSOL, e pela Frente Brasil Popular. Samuel Herculano, presidente do partido, afirma que a manifestação servirá para pressionar a responsabilização das pessoas que estão envolvidas nos atos criminosos do 8 de janeiro de 2023.
"Convocamos nossa militância para somar no ato e passar o recado: sem anistia pra golpista e defensor de ditadura. Queremos Bolsonaro e militares golpistas na cadeia", defendeu.
O ato, que terá início às 9h, no parque Treze de Maio, deve contar com a participação de diversos partidos e movimentos sociais, incluindo parlamentares, lideranças políticas, sindicais e figuras públicas.
A manifestação do PSOL acontecerá dias depois da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu pela tentativa de golpe de Estado. É a primeira vez que um ex-presidente eleito é colocado no banco dos réus por crimes contra a ordem democrática estabelecida com a Constituição de 1988.
Além de Bolsonaro, outras sete pessoas também se tornaram réus. Confira:
Com a denúncia aceita, os investigados agora passarão a responder ao processo na Suprema Corte, onde poderão ser considerados culpados ou inocentes.
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A estratégia busca aproximar o presidente do eleitorado evangélico, segmento em que Flávio Bolsonaro aparece à frente nas pesquisas.
A pesquisa ouviu 1.067 eleitores entre os dias 16 e 21 de agosto. Além disso, possui margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
Candidato admitiu manter regra atual do salário mínimo e condicionou mudança na idade de aposentadoria à situação das contas públicas.
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