Ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta, 27 de março, que "só um imbecil ou um canalha compra esse papo de plano de assassinato" contra o presidente Lula (PT) em 2022. "A única pessoa que tentaram matar fui eu, em uma ação de antigo militante do PSOL, seu braço direito político de primeira hora", afirmou o ex-mandatário.
A publicação de Bolsonaro acontece após o líder petista afirmar ser "visível" que o seu adversário tentou impedir a sua posse e contribuiu para a tentativa de assassiná-lo. O ex-presidente destacou que "ninguém aguenta mais essa patifaria armada, por isso fomentam diariamente a destruição cerebral do indivíduo e a destruição dos laços familiares que norteiam uma sociedade saudável".
O líder da direita brasileira destacou ainda que "o povo quer um futuro melhor, sem essas cortinas de fumaça diárias para encobrir o pior governo da história do país".
Bolsonaro pediu para que Lula "mostre resultados de sua gestão para o povo, que não sejam de impostos e mentiras diárias acobertadas pelos colegas e viagens milionárias".
O plano ‘Punhal Verde e Amarelo’, apreendido com o general reformado do Exército, Mário Fernandes, ex-secretário-executivo da Presidência do governo Bolsonaro, previa o assassinato do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022, por envenenamento ou "uso de químicos para causar um colapso orgânico". As tratativas consideravam a vulnerabilidade de saúde do petista. No planejamento dos militares presos em novembro do ano passado, na Operação Contragolpe, Lula era tratado pelo codinome ‘Jeca’ e seu vice, Geraldo Alckmin, era ‘Joca’.
Na visão dos investigados, segundo a PF, a "neutralização" de Lula "abalaria toda a chapa vencedora, colocando-a, dependendo da interpretação da Lei Eleitoral, ou da manobra conduzida pelos 3 Poderes, “sob a tutela principal do PSDB". Já a morte de Alckmin "extinguiria a chapa vencedora".
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Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com 93,14% das seções totalizadas, nenhum dos candidatos alcançou a quantidade necessária de votos para definir a disputa presidencial no primeiro turno.
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