Erika Hilton- abaixo-assinado Foto: change.org
A deputada federal Erika Hilton tornou-se alvo de uma campanha nas redes sociais com a hashtag #elenão após assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
A mobilização faz referência ao movimento “#EleNão”, que ganhou destaque durante a eleição presidencial de 2018 contra o então candidato Jair Bolsonaro.
Hilton foi eleita na quarta-feira (11) para comandar o colegiado com 11 votos favoráveis e 10 votos em branco, substituindo a deputada Célia Xakriabá.
A escolha gerou críticas de parlamentares da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre elas, a deputada Júlia Zanatta, que afirmou nas redes sociais que a eleição representaria uma “derrota para as mulheres”.
A campanha nas redes sociais também impulsionou um abaixo-assinado na plataforma Change.org, intitulado “Pela Representatividade Feminina na Presidência da Comissão da Mulher”.
O texto da petição afirma discordar da escolha de Hilton para o cargo e pede que líderes partidários e o presidente da Câmara, Hugo Motta, pressionem contra a decisão. Na manhã desta quinta-feira (12), o documento já reunia mais de 55 mil assinaturas.
Nas redes sociais, Erika Hilton reagiu às críticas afirmando que sua eleição representa um avanço histórico.
Segundo a parlamentar, o momento simboliza não apenas uma conquista pessoal, mas também um passo na luta por reconhecimento e direitos.
A deputada também afirmou que pretende ampliar o debate sobre a proteção e os direitos das mulheres durante sua gestão à frente da comissão.
1
2
3
11:35, 12 Mar
29
°c
Fonte: OpenWeather
Documento indica transações incompatíveis com renda declarada de Fabiano Zettel e cita possível circulação de recursos de terceiros.
Discussão ocorre no governo Trump e envolve críticas à atuação do ministro do STF em temas ligados às redes sociais.
Ministro autorizou medidas de segurança, mas negociação com a Polícia Federal ainda não avançou.
mais notícias
+