A representação se baseia em uma publicação no X, na qual a deputada fez um trocadilho com os termos "cisgênero", que descreve quem se identifica com o sexo biológico, e "imbecis".
Proposta apresentada na Câmara prevê que liberdade religiosa e de expressão não afastem responsabilização por atos enquadrados como misoginia.
O caso teve origem após declarações do apresentador durante seu programa, quando afirmou que a deputada "não é mulher, é trans" e não poderia presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
A deputada Erika Hilton (PSOL-SP), relatora da proposta, sugeriu ampliar o benefício para que todas as instituições que acolhem minorias sociais também possam ser contempladas.
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