Ex-presidente Fernando Collor. Foto: Divulgação
O ex-presidente Fernando Collor, que está preso no presídio Baldomero Cavalcanti, em Alagoas, recebeu uma oferta de emprego para trabalhar na fábrica de pré-moldados que está instalada dentro do complexo penitenciário.
Segundo o UOL, a proposta foi feita assim que o ex-presidente deu entrada no presídio, na última sexta-feira, 25 de abril. Na ocasião, o empresário Roberto Boness, dono da Pré-Moldados Empresarial Alagoas, ofereceu o cargo de gerente-geral para Collor.
Se aceitar a vaga, o ex-presidente receberá um salário de R$ 1.518, além de poder reduzir o tempo que passará preso. A jornada de trabalho oferecida é de 40 horas semanais, de 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, com uma hora de intervalo.
Segundo a Lei de Execuções Penais, o detento tem direito a reduzir um dia de prisão, a cada três dias trabalhados.
Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, inicialmente em regime fechado.
Não conhece Collor
O empresário Roberto Boness afirmou em entrevista ao UOL que não conhece o ex-presidente, mas que quando soube que ele ficaria preso no complexo prisional onde mantém sua fábrica, pensou que o currículo de Collor poderia ser útil. "Seria de grande ajuda ter um profissional como ele. Com a visão gerencial dele, acredito que alavancaria nossa empresa a outro patamar", disse.
Prisão domiciliar
A defesa do ex-presidente Fernando Collor pediu que o STF converta a prisão em regime fechado para domiciliar. O pedido foi feito na sexta-feira, 25 de abril, durante a audiência de Custódia.
Entre outros pontos, os advogados alegaram que Collor tem idade avançada (75 anos) e comorbidades graves, como Mal de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar.
Na terça-feira, 29 de abril, o ministro Alexandre de Moraes deu novo prazo de 48 horas para que a defesa do ex-presidente apresente a íntegra dos exames que comprovam o estado de saúde dele, incluindo exames de imagem.
Moraes determinou ainda que a defesa explique a inexistência de exames realizados de 2019 a 2022 relativos à doença de Parkinson. A ordem foi proferida depois dos advogados encaminharem ao Supremo os primeiros documentos para comprovar as doenças de Collor.
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