No recurso, a vítima sustenta que foi tratada com sarcasmo, ironia, ofensas, humilhações e insinuações sexuais pelo advogado de defesa do acusado.
Na petição, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumentou que a única autoridade com foro privilegiado que havia na investigação era o ex-presidente Jair Bolsonaro
O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso apresentado pela defesa da influenciadora, alegando que as humilhações sofridas durante audiência de instrução do processo devem levar à anulação.
De acordo a defesa, o ex-presidente da República solicitou reparos no item ao sargento Estácio Filho.
A ação, protocolada em 4 de junho, pede a abertura de inquérito para investigar discurso em que Lula falou sobre enforcamento de "traidores da pátria" em Catalão (GO).
O ex-deputado afirmou que não foi citado no processo apesar de ser sabido o seu endereço onde reside nos EUA, afirmando que qualquer sentença sem o devido processo é nula.
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