Mais cedo, o ministro do STF Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral e de Leandro Almada da Costa ao cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.
09 de setembro de 2026 às 12:08 - Atualizado às 12:15
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira, 9, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) tome medidas. Fotos: Alejandro Zambrana/STF, Reprodução/X e Divulgação/Agência Brasil
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira, 9, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) tome medidas para resolver o impasse que se criou em torno do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
"O Brasil está sem presidente, virou várzea. Ministro Fachin tem que resolver isso, imediatamente, em sessão pública. Não é sobre esquerda ou direita, é sobre resgatar o Brasil do cativeiro", escreveu Flávio, em seu perfil na rede social X.
Mais cedo, o ministro do STF Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral e de Leandro Almada da Costa ao cargo de diretor de Inteligência Policial da PF. A decisão foi proferida em processo que está sob sigilo. Os dois haviam sido afastados ontem por liminar do ministro André Mendonça.
Dino também determinou que não sejam impostas aos Rodrigues e Costa novas medidas cautelares "fundadas exclusivamente em atos praticados no regular exercício de suas atribuições funcionais, em cumprimento a determinações judiciais".
"Ficam ressalvadas eventuais apurações disciplinares, de competência dos respectivos superiores hierárquicos, se for o caso, observados, em qualquer hipótese, o devido processo legal, as regras de competência e a legitimidade para a formulação do correspondente requerimento", afirmou o ministro.
Na terça, 8, ao comentar o afastamento de Andrei, Flávio ironizou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocar o Conselho da República e relembrou quando o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cogitou a hipótese.
"Olha que ironia. O presidente Bolsonaro, quando foram tratar de algo nessa linha com ele, transformaram isso em um golpe. Já podemos chamar Lula de golpista?", questionou o senador, em seu canal no YouTube.
Flávio descartou acionar o Estado de sítio ou de defesa no País para conter a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). "Não tem nenhum espaço para Estado de defesa, Estado de sítio no Brasil. Em nenhum momento foi pensado isso lá atrás e agora também não tem por que isso acontecer", disse.
Estadão Conteúdo
2
4
19:13, 19 Out
28
°c
Fonte: OpenWeather
Ao todo, as alterações do TRE-PE envolvem 2.914 eleitores aptos a votar.
O grupo atribui a crise financeira a uma série de fatores, como os impactos da pandemia de Covid-19, as altas taxas de juros, a redução das vendas no varejo e a concorrência de plataformas internacionais de comércio eletrônico.
Parlamentar foi levado ao Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após o debate da Band. O quadro foi revertido e estado de saúde é estável.
mais notícias
+