Fábio Alvarez Shor atuou em investigações do 8 de janeiro, caso das joias sauditas e suposta trama golpista.
Artista cumpriu multa, serviços comunitários e outras medidas previstas em acordo firmado com a Procuradoria-Geral da República.
Evento jurídico custou US$ 640 mil e reuniu autoridades como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues.
O valor recebido pelo escritório quase 80 vezes maior que o pago normalmente por serviços similares, que gira em torno de R$ 3 mil por hora.
Em suas redes sociais, o deputado estadual afirmou que a decisão prioriza debates ideológicos em detrimento de questões essenciais na educação.
Governador de Minas Gerais e parlamentares da legenda citam mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro como base para questionar a conduta do ministro do STF.
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