Na prática, essa alteração tem levado ao afastamento do enquadramento de casos graves como assédio moral e sexual.
Entre as principais reivindicações está o cumprimento de um acordo firmado em 2024, que prevê melhorias para aposentados e a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais.
Ato teve bloqueio de via no Centro e cobrança por reajuste salarial e melhores condições de trabalho.
A nova quantia está prevista na Portaria 2.756/2026, do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), publicada nesta edição do Diário Oficial da União.
A categoria vai protestar contra a aprovação do projeto de lei de reajuste salarial apresentado pelo prefeito João Campos (PSB).
A governadora Raquel Lyra divulgou previamente um calendário fixo com todas as datas de pagamento ao longo do ano.
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