Segundo portaria unidades deverão organizar escalas de revezamento entre os dois períodos, de forma a garantir a continuidade dos serviços considerados essenciais.
Feriado. (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) definiu nesta sexta-feira, 7 de agosto, as datas para o recesso de Natal e Ano-Novo.
Os períodos serão de 21 a 25 de dezembro de 2026 e de 28 de dezembro de 2026 a 1º de janeiro de 2027, respectivamente.
De acordo com a Portaria SRT/MGI nº 6.342/2026, o benefício alcança servidores públicos, empregados públicos, contratados temporários e estagiários que atuam em órgãos da Administração Pública Federal.
As unidades deverão organizar escalas de revezamento entre os dois períodos de recesso, de forma a garantir a continuidade dos serviços considerados essenciais, especialmente aqueles voltados ao atendimento ao público.
A norma também prevê que as horas não trabalhadas durante o recesso deverão ser compensadas entre 1º de outubro de 2026 e 31 de maio de 2027.
Para os trabalhadores que atuam presencialmente e não participam do Programa de Gestão e Desempenho (PGD), a compensação ocorrerá por meio da antecipação ou postergação da jornada diária de trabalho, respeitando o horário de funcionamento do órgão.
Já os participantes do PGD, tanto na modalidade presencial quanto em teletrabalho, em regime integral ou parcial, deverão compensar as horas por meio do cumprimento das entregas previstas em seus respectivos planos de trabalho.
A portaria estabelece ainda limites para a compensação. Servidores, empregados públicos e contratados temporários poderão compensar até duas horas por dia. No caso dos estagiários, o limite será de uma hora diária.
1
2
3
4
21:42, 07 Ago
25
°c
Fonte: OpenWeather
As medidas fazem parte do chamado "Plano Implacável", programa de governo registrado pelo candidato à Presidência na Justiça Eleitoral.
As informações estão disponíveis no sistema DivulgaCandContas, plataforma da Justiça Eleitoral que reúne dados sobre registros de candidatura.
A decisão representa uma rara divergência em relação ao entendimento do ministro, relator das investigações sobre os ataques às sedes dos Três Poderes.
mais notícias
+