Candidatos ao Senado por Pernambuco. (Fotos: Divulgação e Portal e Prefeitura)
Em Pernambuco, 11 candidatos devem concorrer às duas vagas destinadas no Senado Federal nas eleições de 2026. Os nomes foram definidos durante o período de convenções partidárias, encerrado na última quarta-feira (5).
Apesar do fim das convenções, os partidos ainda podem apresentar novas candidaturas até 15 de agosto, conforme o calendário da Justiça Eleitoral.
Até o momento, a disputa conta com nove homens e duas mulheres. Os candidatos, no entanto, ainda precisam ter os registros de candidatura analisados e deferidos pela Justiça Eleitoral para que possam disputar oficialmente o pleito.
O prazo para o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) julgar os registros termina em 14 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.
Confira os candidatos ao Senado por Pernambuco em 2026:
A eleição para o Senado ocorre em turno único, assim como a escolha dos deputados federais e estaduais. Os dois candidatos mais votados em Pernambuco serão eleitos para as vagas em disputa.
Neste pleito, estarão em jogo os dois mandatos conquistados por Pernambuco nas eleições de 2018. Um deles pertence ao senador Humberto Costa (PT), que busca a reeleição.
A outra cadeira era ocupada por Jarbas Vasconcelos (MDB), que renunciou ao mandato em 2023. Fernando Dueire (PSD) assumiu a vaga e atualmente exerce o cargo, mas decidiu não disputar a eleição para permanecer no Senado.
Os senadores eleitos em 2026 tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027.
As eleições para o Governo de Pernambuco em 2026 já têm os candidatos definidos pelos partidos.
A corrida eleitoral reúne candidatos com diferentes trajetórias. Entre eles estão a atual governadora, que busca a reeleição, um ex-prefeito da capital, representantes de partidos tradicionais, lideranças de esquerda e nomes que disputam o cargo pela primeira vez.
Camila Falcão (Unidade Popular)
Guilherme Fonseca (PSTU)
Ivan Moraes (PSOL)
Jeremias Cosmo (Democrata)
João Campos (PSB)
Raquel Lyra (PSD)
Renan Hallais (Missão)
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A decisão representa uma rara divergência em relação ao entendimento do ministro, relator das investigações sobre os ataques às sedes dos Três Poderes.
Alinhado ao PSD e à governadora Raquel Lyra, o gestor destacou que a decisão fortalece um projeto político que, segundo ele, tem promovido avanços importantes para Pernambuco.
Segundo o presidenciável do partido Missão, a ideia seria criar, por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), uma corte específica para analisar crimes cometidos por agentes políticos
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