Iram de Almeida Saraiva Júnior. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quarta-feira, 1º de outubro, o ex-deputado estadual de Goiás, Iram de Almeida Saraiva Junior, acusado de estuprar a própria filha de 2 anos. A prisão ocorreu em sua residência, localizada na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense.
Segundo a corporação, a ordem de prisão foi decretada pela Justiça após meses de investigação conduzida pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV). Iram de Almeida também é médico oftalmologista e ex-vereador em Goiânia.
As investigações começaram há mais de seis meses, quando familiares da criança denunciaram o crime. A partir daí, a polícia reuniu uma série de provas que embasaram o pedido de prisão.
Entre os elementos analisados estão depoimentos de testemunhas, relatórios elaborados por um pediatra e por um psicólogo, além do depoimento da própria vítima, colhido por meio de escuta especializada.
Antes de ser preso, os policiais anteriomente já haviam cumprido um mandado de busca e apreensão contra o ex-deputado. Na ocasião, o celular dele foi recolhido para perícia, e o material passou a integrar o inquérito.
De acordo com informações da DCAV, a captura de Iram Saraiva Junior foi realizada de forma tranquila, sem resistência. Após a prisão, ele foi levado à delegacia para os procedimentos legais e deve permanecer à disposição da Justiça. Além da carreira política, Iram Saraiva Junior é médico oftalmologista. Ele já exerceu mandatos como vereador em Goiânia e deputado estadual em Goiás.
Agora, o ex-parlamentar responde a uma das acusações mais graves de sua trajetória, em um caso que mobilizou diferentes áreas de investigação e assistência à vítima.
O humorista Cristiano Pereira, integrante do programa A Praça é Nossa, do SBT, foi condenado a 18 anos, 4 meses e 15 dias de prisão, em regime fechado, por estupro de vulnerável contra a própria filha. A informação foi confirmada nesta sexta-feira, 26 de setembro, por Aline Rübenich, advogada da mãe da vítima, ao Estadão.
Cristiano publicou uma nota assinada por seu advogado, Edson Cunha, na sexta, alegando ter sido absolvido em primeiro grau e afirmando que decisão da segunda instância "contrariou provas periciais". "Diante desse cenário, serão adotadas as medidas judiciais cabíveis perante as instâncias superiores", diz um trecho do comunicado.
Em contato com o Estadão, o SBT afirmou não ter sido notificado nem informado sobre a ação envolvendo o humorista. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), de onde partiu a condenação, disse que o processo corre em segredo de justiça.
A decisão veio da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Conforme Aline, Cristiano tentou imputar crime de alienação parental à mãe da vítima.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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