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Adolescentes são apreendidos suspeitos de arremessar cão em rio e do alto de um prédio

A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.

Ricardo Lélis

13 de fevereiro de 2026 às 20:02   - Atualizado às 20:03

Cachorro não sobreviveu a queda.

Cachorro não sobreviveu a queda. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

Três adolescentes foram apreendidos na noite da quinta-feira, 12, por arremessarem um cão no rio e depois jogarem o animal do alto de um prédio em Itajaí, em Santa Catarina.

A Guarda Municipal de Itajaí, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal na Rua Domingos Braz Sedez, no bairro Cordeiros.

De acordo com relatos de testemunhas, quatro adolescentes teriam arremessado o animal no rio e, posteriormente, levado o cão até um prédio abandonado nas proximidades, de onde o teriam lançado do alto da edificação. O animal não resistiu aos ferimentos e morreu.

Os três adolescentes foram localizados e encaminhados à delegacia. O Estadão não localizou a defesa dos suspeitos

Os nomes dos adolescentes não foram divulgados.

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Cão Orelha e outros crimes contra animais

É ao menos o terceiro caso recente de ataques a cães. Nas últimas semanas, tais crimes foram registrados nos Estados do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo e geraram indignação. Entre eles está o do cão Orelha, morto após ser agredido no Estado catarinense.

O cão comunitário Orelha, de 10 anos de idade, foi encontrado agonizando após ser agredido e precisou sofrer eutanásia devido à gravidade das lesões.

Segundo as investigações, Orelha não morreu após agressões cometidas por um grupo, como divulgado inicialmente.

A apuração apontou que a morte do animal foi causada por um único adolescente, que chegou a viajar para os Estados Unidos em uma excursão escolar após o crime e retornou antecipadamente ao Brasil a pedido dos investigadores.

Após a repercussão do caso, manifestações ocorreram em quase todas as capitais do País para cobrar justiça e a responsabilização pela morte do pet.

Caramelo é outro cachorro comunitário que, segundo as investigações, foi agredido na mesma praia e no mesmo mês. Na ocasião, o animal sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral Ulisses Gabriel.

Estadão Conteúdo

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