Falso coronel da PM é preso após criar "batalhão" ilegal e recrutar mais de 200 pessoas Foto: Divulgação
Mais de 200 pessoas teriam sido enganadas por um homem identificado como Luiz Fernando Dutra, investigado por criar uma falsa organização com aparência de batalhão militar na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).
Ele foi preso em flagrante no início deste mês, em Sabará, enquanto tentava aplicar mais um golpe, desta vez utilizando uma suposta escola pública como fachada.
O caso é apurado pela Polícia Civil de Minas Gerais e aponta que o suspeito se apresentava como tenente-coronel da Polícia Militar, utilizando fardas e documentos falsificados para sustentar a falsa autoridade.
Com essa imagem, ele teria estruturado um ambiente de disciplina rígida, com regras próprias, hierarquia simulada e atividades apresentadas como treinamentos profissionais.
Na prática, segundo relatos de vítimas, o grupo funcionava sob cobranças constantes e promessas de contratação formal que nunca se concretizavam. Os participantes acreditavam estar em formação para uma suposta carreira militar ou profissionalização, mas acabavam submetidos a pagamentos recorrentes e sem retorno.
Segundo divulgado pelo site Metrópoles, a rotina incluía exigências diárias de comportamento e punições financeiras de até R$ 700.
Além das supostas multas, os integrantes eram orientados a pagar por cursos, fardas, coturnos e até alimentação, sempre com a promessa de reembolso posterior. Em determinado momento, segundo Tatiane, foi organizada uma formatura que também teria sido custeada pelos próprios participantes.
As investigações indicam ainda que contratos eram assinados, mas não havia entrega de cópias aos trabalhadores, o que dificultava qualquer comprovação formal das relações estabelecidas. Há também registros de denúncias de maus-tratos a animais no local onde o grupo funcionava.
O esquema segue sob investigação, e a polícia busca identificar outras possíveis vítimas e dimensionar o prejuízo causado pelas ações atribuídas ao suspeito.
O crime de se passar por policial é considerado grave no Brasil, pois envolve falsidade ideológica e usurpação de função pública.
Ao assumir ilegalmente a identidade de um agente de segurança, o infrator pode enganar vítimas, aplicar golpes e até realizar abordagens indevidas, colocando pessoas em risco.
A prática compromete a confiança nas instituições e pode resultar em penas de prisão, além de multas. A lei busca coibir esse tipo de conduta para proteger a ordem pública e a segurança da sociedade.
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Encerrando a agenda desta semana em Brasília, a governadora participou de um encontro com prefeitos e prefeitas para o momento de integração realizado pela Amupe.
Mesmo sem entrar em detalhes sobre o diagnóstico, Joel demonstrou otimismo ao falar sobre a pausa e reforçou o desejo de voltar as telas.
Em maio do ano passado, o desembargador foi afastado cautelarmente pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por envolvimento em um caso de violência doméstica.
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