Os relatos apontam que os abusos aconteciam sempre que a menina permanecia na casa do genitor.
O mandado de prisão contra ele foi expedido no dia 8 de outubro deste ano, mas não chegou a ser preso em nenhuma etapa do processo judicial.
A servidora foi encaminhada à Central de Flagrantes para oitiva e exame de corpo de delito.
Perícia identificou a presença de fragmentos com sêmen em colchões da unidade onde uma mulher de 48 anos denunciou ter sido vítima de abuso.
Ao todo, seis mulheres procuraram a polícia para denunciar que foram abusadas pelo empresário.
Desde o nascimento, no dia 1º deste mês, Joana já explicou que não pretende mostrar publicamente o filho para evitar ataques e proteger a identidade da criança.
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