Prefeitura e defesa apresentam versões diferentes sobre o atendimento às vítimas, enquanto o caso segue sob investigação e acompanhamento da rede de proteção.
Casos ocorreram no Hospital da Restauração e no Hospital Getúlio Vargas. Defesa afirma que vítimas seguem em tratamento psicológico.
As duas menores de idade passaram por exames periciais, e as famílias registraram boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher. O caso também foi encaminhado ao Conselho Tutelar.
A criança chegou a ser levada para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. O resultado da perícia apontou que a causa da morte foi asfixia.
Sentença da Justiça de São Paulo também determina o pagamento de R$ 100 mil de indenização à vítima pelos crimes que ocorreram em 2021.
Esta é a segunda decisão revertida pela defesa do empresário no TJ de de São Paulo.
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