Representante do SIMPERE no MPPE e Prefeito João Campos Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recebeu nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, uma denúncia do Sindicato dos Professores e Professoras do Recife (Simpere) sobre o atraso no pagamento do 1/3 de férias da categoria. O valor, que deveria ter sido pago no dia 9 de janeiro, não será depositado na data prevista, gerando indignação entre os profissionais da educação da capital pernambucana.
Segundo o Simpere, a Prefeitura do Recife informou que o pagamento será adiado para o dia 14 de janeiro devido a “problemas técnicos”. Para o sindicato, a justificativa demonstra descaso e desorganização da gestão municipal com a categoria. “Valorização não é discurso, é pagamento em dia!”, afirmou o Simpere em nota oficial.
O 1/3 de férias é um direito previsto pelo Estatuto do Servidor e da Servidora Municipal, que estabelece que o valor deve ser pago no mês anterior ao gozo do período de descanso. A violação desse direito motivou o sindicato a acionar o MPPE, buscando garantir que o acordo seja cumprido e que os professores não sofram prejuízos financeiros.
O Simpere protocolou a denúncia diretamente no MPPE nesta quinta-feira, alegando que o descumprimento do pagamento fere a legislação municipal e prejudica o planejamento financeiro dos professores. Em anos anteriores, a Prefeitura cumpriu os prazos, e a alteração sem aviso prévio gerou frustração entre a categoria.
O sindicato reforçou que este atraso ocorre justamente no início do ano letivo, período em que despesas com material escolar, transporte e planejamento de aulas se tornam urgentes. “O governo municipal precisa respeitar os profissionais da educação e cumprir os compromissos assumidos”, declarou o Simpere.
A administração do prefeito João Campos ainda não se pronunciou oficialmente sobre a denúncia apresentada ao MPPE. A categoria espera que o órgão atue rapidamente para garantir o pagamento e evitar que situações semelhantes se repitam.
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De imediato, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que compareceu ao local e realizou os procedimentos médicos necessários.
O caso será encaminhado à Polícia Civil, para identificação do proprietário do veículo e adoção das medidas legais cabíveis.
Proposta tramita na Alepe e estabelece que, das 6h às 9h e das 17h às 20h, empresas responsáveis pelo transporte público deverão destinar espaços exclusivos para passageiras.
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