Momento da prisão do pedreiro foragido. Foto: Polícia Civil/Divulgação
Um pedreiro foi preso na quarta-feira, 25 de setembro, por matar uma mulher com golpes de facão no pescoço em uma rua do Cabo de Santo Agostinho, na Grande Recife, de acordo com a Polícia Civil. O feminicídio ocorreu em 2021, após a vítima, Luciana Maria do Nascimento, se recusar a ter relações sexuais com o agressor, que estava foragido.
A prisão do suspeito, cujo nome e idade não foram divulgados, aconteceu em Camaragibe, também na Região Metropolitana do Recife.
O crime aconteceu por volta das 20h30, no dia 3 de outubro de 2021, no bairro de São Francisco. Segundo as investigações, Luciana conversava com uma vizinha quando o agressor, embriagado, apareceu. Ele pegou um facão e desferiu vários golpes no pescoço da vítima, quase a decapitando, enquanto proferia insultos.
A violência só foi interrompida quando um vizinho interferiu. O caso foi registrado como feminicídio por motivo fútil e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
De acordo com o delegado Carlos Couto, o criminoso e Luciana não se conheciam e não tinham qualquer relação prévia. Ao ser preso, o homem confessou o assassinato, mas alegou legítima defesa, justificativa que a polícia descartou devido à brutalidade do crime.
"Ele alega que teria sido por legítima defesa, que ele estava num barzinho e ela teria desmoralizado e jogado um copo de água quente no rosto dele e, em seguida, tentado acertá-lo com uma chave de fenda", afirmou o delegado.
Após o feminicídio, o agressor se mudou para Camaragibe, onde vivia desde 2022 e trabalhava como pedreiro. Ele foi capturado por policiais da Delegacia de Polícia da 37ª Circunscrição enquanto estava em serviço.
"Deixando bem claro que era sua repulsa pela condição de pessoa do sexo feminino, enquanto golpeava, ele falava várias vezes, a insultava, de vários palavrões, deixando claro que a motivação para o crime era o fato de ele ter sido recusado numa investida sexual", afirmou Carlos Couto.
1
2
3
07:12, 17 Abr
26
°c
Fonte: OpenWeather
De acordo com a Polícia Civil, o caso começou a ser investigado em julho do ano passado. Bruno permaneceu em liberdade até a conclusão do inquérito que segue para o MPPE.
A programação começa na Escola Antônio de Pádua e segue durante a segunda quinzena de abril incluindo as unidades Francisco Simões, no dia 17 de abril, e Flávio Pessoa, no dia 22 de abril.
A Caravana integra o Programa de Políticas Públicas Sociais oferecendo consultas com clínico geral, exames, aplicação de vacinas, atendimentos odontológicos e demais serviços.
mais notícias
+