De acordo com a Polícia Civil, o caso começou a ser investigado em julho do ano passado. Bruno permaneceu em liberdade até a conclusão do inquérito que segue para o MPPE.
Bruno César Pohlmann Batista, diretor do Colégio Cristão do Recife Foto divulgação
O diretor do Colégio Cristão do Recife, localizado no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul da capital, foi indiciado por pedofilia virtual. O inquérito foi concluído pela Polícia Civil, que encaminhou o caso para o Ministério Público de Pernambuco no dia 9 de abril.
Bruno César Pohlmann Batista, de 48 anos, é dono da instituição e, durante as investigações, permaneceu em liberdade. Procurada, a defesa dele, disse que o empresário se declara inocente e "se encontra à inteira disposição das autoridades".
De acordo com a Polícia Civil, o caso começou a ser investigado em julho do ano passado. A corporação não deu mais detalhes sobre o inquérito e os delitos que o suspeito teria praticado. O inquérito foi conduzido pelo delegado Mário Melo, titular da Delegacia de Boa Viagem.
O crime de pedofilia virtual está relacionado à produção ou compartilhamento de imagens de abusos sexuais contra crianças e adolescentes.
Segundo a polícia, o homem foi indiciado com base em dois artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):
Após o indiciamento, o MPPE vai analisar o caso e decidir se oferece ou não denúncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
O advogado Josemar de Andrade, que representa Bruno César Pohlmann Batista, informou, por meio de nota, que:
o cliente declara inocência e "se encontra à inteira disposição das autoridades judiciais para o trâmite do processo legal";
o inquérito policial é sigiloso e, por isso, todas as informações devem permanecer em "estrito sigilo" para evitar prejuízo à elucidação dos fatos;
por conta do sigilo do processo, a defesa está impedida de informar mais detalhes ou dar esclarecimentos públicos sobre as investigações.
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Segundo a Polícia Militar, as pessoas envolvidas teriam utilizado redes sociais para combinar encontros com o objetivo de promover brigas e confrontos em via pública.
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