Sari viaja a Paris mesmo condenada. Foto: Reprodução
A mãe de Miguel Otávio Santana da Silva, o menino de 5 anos que morreu após cair do nono andar de um prédio no Recife em junho de 2020, voltou a se manifestar nas redes sociais sobre o andamento do processo em que a ex-patroa de seu filho, Sari Mariana Costa Gaspar Côrte Real, foi condenada por abandono de incapaz com resultado de morte.
A fala repercute enquanto os recursos permanecem em tramitação no Tribunal de Justiça de Pernambuco e a ré responde em liberdade.
Em trecho publicado nas redes sociais, a mãe relatou a dor contínua da perda e criticou o fato de a condenada, mesmo após a decisão judicial, continuar com a vida “normal”, viajando e fazendo planos.
Ela afirmou que, ao contrário disso, sua própria vida está marcada pela ausência de Miguel, que nunca pôde conhecer plenamente o mundo.
A publicação questiona o sistema de Justiça:
“Ela foi condenada, mas segue livre, recorrendo em liberdade. Eu não fui condenada por tribunal algum, mas cumpro prisão perpétua na ausência do meu filho. Isso é justiça?”, escreveu a mãe, chamando a atenção para a espera pelo julgamento dos recursos e pedindo que a sociedade e as autoridades cobrem uma resposta que represente efetivamente justiça.
O processo envolvendo os recursos contra a condenação de Sarí Corte Real continua em tramitação, com possibilidade de análise em instâncias superiores, enquanto a família de Miguel segue buscando o aumento da pena e o avanço das decisões judiciais.
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A regularização permitirá que os moradores obtenham a escritura dos imóveis, valorizem seu patrimônio e tenham acesso a políticas públicas e serviços vinculados à habitação e à infraestrutura urbana.
A expectativa é que o campo seja utilizado por jovens, equipes amadoras e moradores da comunidade de Chã de Cruz e de localidades próximas.
A governadora também vai reabrir a Sala Vermelha requalificada, onde ocorre o atendimento imediato de pacientes críticos.
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