O processo seletivo inclui várias fases. A primeira etapa será a prova objetiva com questões de língua portuguesa e matemática.
Das 1.060 vagas, 1.000 são para soldado e 60 para oficial, com metade destinada a cadastro reserva. Para participar do certame, é necessário ter ensino médio completo.
A gestão tomou a decisão em conjunto com o Ministério Público de Pernambuco e ocorreu pouco antes da nova data prevista para a aplicação das prova.
O pedido feito pelo Sindilegis-PE foi protocolado na terça-feira, 17 de março, junto à Mesa Diretora da Casa.
O processo seletivo contará com prova objetiva, avaliação de títulos e experiência, análise de comprovante de residência e curso de formação inicial.
Esquema envolvia obtenção de provas, envio de respostas e intermediação de gabaritos. De acordo com a PF, o grupo teria atuado em diferentes seleções.
Para concorrer ao cargo, o candidato deve possuir ensino médio completo e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B.
O certame terá validade de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final. A administração poderá prorrogar esse prazo por mais dois anos.
A seleção contará com prova objetiva para todos os candidatos. A aplicação das provas está prevista para o dia 31 de maio.
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