A comissão responsável pelos preparativos foi instituída oficialmente em julho de 2024, sob a presidência do juiz Gleydson Gleber Bento, e conta com integrantes da área de gestão de pessoas do órgão.
Concurso público do TJPE. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) avança na organização de um novo concurso público, com previsão de publicação do edital ainda no primeiro semestre de 2025. A comissão responsável pelos preparativos foi instituída oficialmente em julho de 2024, sob a presidência do juiz Gleydson Gleber Bento Alves de Lima Pinheiro, e conta com integrantes da área de gestão de pessoas do órgão. Até o momento, a banca organizadora ainda não foi escolhida.
Um dos principais destaques deste certame é a exclusividade para candidatos com formação em Direito. A medida acompanha a decisão do TJPE de terceirizar cargos de apoio, como os de assistente social, psicólogo e pedagogo, que, por esse motivo, não farão parte da seleção.
Estão previstos os cargos de Técnico Judiciário, Analista Judiciário e Oficial de Justiça.
As remunerações iniciais serão de R$ 5.299,02 para Técnicos e R$ 6.904,94 para Analistas e Oficiais de Justiça, podendo aumentar conforme a progressão na carreira e os títulos apresentados. Embora o número total de vagas ainda não tenha sido divulgado, o Tribunal já registra um déficit de ao menos 37 cargos vagos: 20 para Técnico Judiciário, 16 para Analista Judiciário e 1 para Oficial de Justiça. A aplicação das provas está prevista para o segundo semestre de 2025.
Ao menos 362 vagas são oferecidas em concursos e seleções em Pernambuco. Sendo assim, as oportunidades são destinadas a profissionais de nível fundamental, médio, técnico ou superior.
Portanto, as vagas são distribuídas pelas Prefeituras Municipais e pelos demais órgãos do Governo de Pernambuco.
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Os candidatos precisam ter ensino médio completo para concorrer aos cargos. O edital exige idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos até a data limite de inscrição.
Nesta fase, os participantes precisam encaminhar documentos que comprovem formação e experiência. A banca utiliza esses dados para atribuir pontos extras na classificação final.
A proposta já recebeu aprovação da Câmara dos Deputados e agora aguarda a votação final. Do total de cargos, 232 são destinados a analista judiciário e 242 para técnico judiciário.
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