13 de março de 2025 às 11:24 - Atualizado às 12:05
Chefe de PCC morre em troca de tiros com a PM. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A Polícia Militar matou um homem, conhecido como André Ferreira Borges, também chamado de Pane, chefe do PCC, durante um confronto na cidade de Campinas nessa terça-feira, 11 de março.
As autoridades consideravam o chefe do PCC, de 45 anos, como um dos mais procurados no Brasil. André era membro da chamada “tropa de elite” do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Pane era investigado por crimes como roubos a banco.
Ele teria participado de um dos assaltos que aconteceu em uma agência na cidade de Uberaba, Minas Gerais, quando bandidos roubaram pelo menos R$ 40 milhões.
Acusam o criminoso de participar de roubos em outras cidades, como Passos (MG) e Ubatuba (SP).
As investigações da polícia paulista apontam para o fato de que o criminoso era especialista em ações violentas de alto risco. Portanto, ataques a instituições financeiras usando grande poder de fogo.
As autoridades também destacam o planejamento estratégico do grupo ao qual ele pertencia.
Outra investigação contra ele seria a movimentação de criptomoedas, ele teria movimentado mais de R$ 500 mil em moedas digitais nos Estados Unidos.
Entretanto ele, inclusive, estaria morando fora do Brasil, mantendo uma vida de luxo.
A morte aconteceu após a polícia receber informações de que havia planos de um novo roubo a banco e que o criminoso, que respondia em liberdade a um crime, estaria transportando armas pesadas. Enfim, a polícia abordou o carro e houve troca de tiros.
A princípio, o Ministério Público do Chile acusa o regime de Nicolás Maduro de envolvimento no assassinato do ex-militar opositor venezuelano Ronaldo Ojeda. De acordo com as investigações, a facção criminosa Tren de Araguá, ligada ao PCC, sequestrou, torturou e matou Ojeda em março de 2024.
O caso resultou no indiciamento de 19 pessoas suspeitas de participação no crime.
Uma testemunha revelou aos promotores que o mentor do assassinato seria Diosdado Cabello, ministro do Interior, Justiça e Paz do governo venezuelano e homem de confiança de Maduro.
Apesar da gravidade das acusações, a ditadura de Nicolás Maduro ainda não se pronunciou sobre o caso.
Recompensa milionária e ligações com regime chavista
Os Estados Unidos intensificaram os esforços para capturar Diosdado Cabello e oferecem uma recompensa de R$ 150 milhões, mesmo valor estipulado por informações que levem à captura de Nicolás Maduro.
Entretanto, Ronaldo Ojeda, a vítima, fazia parte de um grupo militar que se opunha ao governo de Maduro. Depois de ser preso em 2017, ele fugiu da prisão e começou a denunciar publicamente as torturas e agressões do regime chavista.
Temendo por sua segurança, Ojeda se refugiou no Chile, onde obteve asilo político em 2023.
De antemão, mesmo no exílio, ele manteve sua luta contra a ditadura venezuelana, denunciando os abusos do regime de Maduro em fóruns internacionais, como a ONU.
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As especulações surgiram após a divulgação de um vídeo em que a mãe do adolescente relata, com preocupação, o estado de saúde do filho.
Além das regras para a declaração, a Receita Federal divulgou nessa quarta-feira (12) o calendário de pagamento das restituições.
Nas redes sociais, internautas apoiaram as palavras do católico, sobre a educação dos filhos.
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