As travessias, feitas por rios e matas, são controladas por redes internacionais de tráfico humano, que cobram altos valores pela passagem e fornecem documentos falsos.
Em 2025, mais de 18 mil migrantes em sua maioria vindos de Cuba e Venezuela cruzaram as fronteiras de Roraima e Amapá Foto: Divulgação/GOV.BR
O avanço das rotas ilegais de migração no norte do Brasil tem preocupado autoridades e organizações internacionais. Em 2025, mais de 18 mil migrantes em sua maioria vindos de Cuba e Venezuela cruzaram as fronteiras de Roraima e Amapá, transformando cidades como Bonfim e Oiapoque em verdadeiros corredores clandestinos de entrada no país. As travessias, feitas por rios e matas, são controladas por redes internacionais de tráfico humano, que cobram altos valores pela passagem e fornecem documentos falsos.
De acordo com dados do Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Brasil ultrapassou Colômbia e Peru no número de solicitações de refúgio na América Latina. Especialistas alertam que a ausência de uma política migratória coordenada e o baixo efetivo de segurança nas fronteiras ampliam o domínio de organizações criminosas, que também operam no tráfico de drogas, armas e exploração sexual.
Enquanto o governo federal tenta equilibrar a resposta humanitária com o reforço na segurança, o sistema de abrigos e assistência social em estados fronteiriços já está no limite. Em Boa Vista (RR), centros de acolhimento operam acima da capacidade e enfrentam escassez de recursos. Autoridades admitem que, sem cooperação internacional efetiva, o país pode viver uma nova crise migratória semelhante à de 2018.
Matéria completa disponível no site Sociedade Militar.
21:41, 25 Set
26
°c
Fonte: OpenWeather
A iniciativa ocorre em meio a esforços diplomáticos para reduzir a escalada do conflito no Oriente Médio.
Segundo um estudo publicado no periódico Scientific Data, cinco sextos desse derretimento não provêm do ar mais quente, mas sim das águas mais quentes que corroem as calotas polares por baixo.
O chefe do executivo em seu pronunciamento voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil.
mais notícias
+