Donald Trump. Foto: Reprodução/Facebook.
Na segunda-feira, 25 de novembro, a juíza federal Tanya Chutkan, do Distrito de Columbia, arquivou o processo contra o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, envolvendo ingerência eleitoral e a invasão ao Capitólio em janeiro de 2021. A decisão atendeu ao pedido do promotor especial Jack Smith, que argumentou que Trump venceu a eleição presidencial deste ano e que os regulamentos do Departamento de Justiça impedem o processamento de um presidente em exercício.
Smith retirou as acusações relacionadas à invasão ao Capitólio e ao suposto armazenamento ilegal de documentos confidenciais em Mar-a-Lago, residência de Trump na Flórida. A defesa do republicano não se opôs ao pedido, facilitando o encerramento do caso.
Trump, que prometeu durante sua campanha demitir Jack Smith e encerrar os processos contra ele, comemorou a decisão, chamando os casos de “perseguição política”.
Documentos confidenciais em Mar-a-Lago
Ele foi acusado de levar ilegalmente documentos confidenciais da Casa Branca para sua mansão na Flórida após o término de seu mandato.
Apesar das acusações, os processos enfrentaram dificuldades após a Suprema Corte decidir que ex-presidentes possuem ampla imunidade judicial.
A decisão de Jack Smith marca mais uma vitória jurídica para Trump, que já enfrentava quatro acusações criminais. Além disso:
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Além de homenagear o religioso, Leão XIV aproveitou a ocasião para incentivar a construção da paz e a aproximação entre diferentes povos.
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