Caso as exigências não sejam cumpridas, os criadores poderão ser punidos com multas que chegam a 100 mil yuans (cerca de 13 mil), além da suspensão ou até mesmo exclusão das contas.
Redes sociais. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
O governo da China anunciou nesta um conjunto de novas regras que afetam diretamente influenciadores digitais e criadores de conteúdo no país.
De acordo com o governo, comentar sobre temas considerados técnicos ou profissionais, como medicina, direito, educação, finanças e saúde, será obrigado a comprovar formação ou certificação na área antes de publicar vídeos, transmissões ao vivo ou postagens nas redes sociais.
A regulamentação, elaborada pela Administração do Ciberespaço da China (CAC) em conjunto com o Ministério da Cultura e Turismo, estabelece que plataformas populares como Douyin (versão chinesa do TikTok) e Weibo devem verificar as credenciais dos usuários.
Caso as exigências não sejam cumpridas, os criadores poderão ser punidos com multas que chegam a 100 mil yuans (cerca de €13 mil), além da suspensão ou até mesmo exclusão das contas.
O governo afirma que a medida busca combater a desinformação, fortalecer a ética profissional na internet e aumentar a confiança do público nos conteúdos online. As plataformas também deverão sinalizar quando um material for produzido com uso de inteligência artificial, dramatizações ou publicidade disfarçada.
Apesar do discurso oficial, a nova política tem gerado controvérsias. Críticos apontam que a regra pode ampliar o controle estatal sobre o espaço digital e restringir a liberdade de expressão, especialmente em temas sensíveis. Já defensores consideram a decisão um passo necessário para conter a propagação de informações falsas e proteger o público de conteúdos enganosos.
As mudanças reforçam o crescente esforço do governo chinês em regular o ambiente virtual e consolidar a soberania digital do país, impondo um equilíbrio entre liberdade de expressão e responsabilidade coletiva, segundo as autoridades.
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O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
Ao todo, o ator é acusado de causar um prejuízo equivalente a mais de R$ 300 mil.
A montagem foi compartilhada na plataforma Truth Social e rapidamente provocou críticas de diferentes setores, incluindo aliados do republicano.
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