A primeira-dama também afirmou que não houve quebra de protocolo durante o jantar oficial em Pequim e negou que seu comentário tenha causado desconforto à comitiva brasileira.
Primeira-dama Janja. Foto: Reprodução/redes sociais
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, comparou a possibilidade de regulamentação das redes sociais no Brasil ao modelo adotado pela China, onde, segundo ela, “se não seguir a regra, tem prisão”.
A declaração foi feita durante entrevista ao podcast “Se ela não sabe, quem sabe”, da Folha de S. Paulo, e ocorre poucos dias após Janja “reclamar” ao presidente chinês, Xi Jinping, sobre os algoritmos do TikTok, rede social chinesa.
Durante a conversa, Janja afirmou que não houve quebra de protocolo durante o jantar oficial em Pequim e negou que seu comentário tenha causado desconforto à comitiva brasileira.
“Eu falei um pouquinho dessa questão de como o algoritmo entrega para fora da China e não teve nenhum mal-estar no momento. O presidente Xi falou, inclusive, que eles também têm problemas dentro da China, apesar de ter uma regulação muito forte”, declarou.
A primeira-dama também comentou sobre as normas rígidas na China no uso de redes sociais por crianças.
“Tem toda uma regulamentação e, se não seguir a regra, tem prisão. Por que é tão difícil a gente falar disso aqui? Não é uma questão de liberdade e de expressão, a gente está falando de vida e de crianças e adolescentes”, disse.
Ainda na entrevista, Janja mencionou o episódio no qual ofendeu o empresário Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), durante o G20 Social, no ano passado. Na ocasião, ela utilizou a expressão “fuck you” ao se referir ao bilionário.
“Eu me envolvi pessoalmente na organização, na estrutura do G20, e parece que tudo virou nada. Não é da fala que me arrependo, mas do momento”, afirmou.
Na última segunda-feira, 19 de maio, durante evento do Ministério dos Direitos Humanos sobre o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, Janja afirmou que "não vai se calar".
A primeira-dama falou dos riscos gerados pelas redes sociais e fez referência ao episódio na China.
"Em nenhum momento eu calarei a minha voz para falar sobre isso. Em nenhum momento, em nenhuma oportunidade. Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso com qualquer pessoa que seja, do maior grau ao menor grau, do mais alto nível a qualquer cidadão comum", disse Janja.
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