O benefício continua como um dos principais programas de transferência de renda do Governo Federal e atende famílias em situação de vulnerabilidade social.
Pessoa segurando cartão do Bolsa Família. Foto: Lyon Santos/MDS
A Caixa Econômica Federal inicia, no dia 18 de agosto, o pagamento da parcela de agosto do Bolsa Família para milhões de famílias em todo o país. Como acontece todos os meses, os depósitos serão realizados de forma escalonada, conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.
Os primeiros a receber serão os inscritos com NIS final 1. Em seguida, os pagamentos seguem nos dias úteis seguintes até atender todos os beneficiários. O cronograma termina no dia 31 de agosto, quando recebem as famílias com NIS final 0.
O Bolsa Família continua como um dos principais programas de transferência de renda do Governo Federal e atende famílias em situação de vulnerabilidade social. Além do valor mínimo garantido, o programa prevê pagamentos adicionais para crianças, gestantes e bebês, conforme os critérios estabelecidos.
Os depósitos seguem o calendário oficial divulgado pela Caixa Econômica Federal. Para saber a data exata do pagamento, a família deve verificar o último número do NIS, que aparece no cartão do programa.
Confira as datas previstas para agosto:
A Caixa mantém o modelo de pagamentos nos últimos dez dias úteis de cada mês. A única exceção ocorre em dezembro, quando o cronograma costuma ser antecipado para permitir que as famílias recebam o benefício antes das festas de fim de ano.
Depois da parcela de agosto, o calendário do Bolsa Família continuará nos meses seguintes com as seguintes previsões:
O calendário oficial ajuda os beneficiários a organizar o orçamento familiar e acompanhar a liberação dos valores de acordo com o número final do NIS.
O principal requisito para participar do programa é atender ao limite de renda estabelecido pelo Governo Federal.
Atualmente, podem receber o benefício as famílias que possuem renda mensal de até R$ 218 por pessoa.
Para verificar se atende ao critério, basta somar toda a renda da família e dividir pelo número de moradores da residência. Se o resultado ficar abaixo desse valor, a família pode se enquadrar nas regras do programa.
Mesmo atendendo ao critério de renda, o ingresso no Bolsa Família depende da análise realizada pelo Governo Federal.
Além do critério de renda, as famílias precisam cumprir algumas exigências para permanecer no Bolsa Família.
Entre elas estão a frequência escolar de crianças e adolescentes matriculados na rede de ensino, o acompanhamento pré-natal das gestantes e a atualização da carteira de vacinação de todos os integrantes que fazem parte do público atendido pelas regras do programa.
Essas medidas fazem parte das condicionalidades do Bolsa Família e ajudam no acompanhamento da saúde e da educação das famílias beneficiadas.
O programa garante o pagamento mínimo de R$ 600 por família.
Além desse valor, algumas famílias recebem benefícios complementares conforme a composição familiar.
Os adicionais previstos são:
O valor final varia conforme a situação de cada família cadastrada.
O primeiro passo para quem deseja participar do programa é realizar a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).
O CadÚnico reúne informações das famílias de baixa renda e serve como base para diversos programas sociais do Governo Federal.
No entanto, estar inscrito no Cadastro Único não garante a entrada automática no Bolsa Família. Após o cadastro, os dados passam por análise para verificar se a família atende aos critérios exigidos pelo programa.
Somente depois dessa avaliação o Governo Federal define quais famílias poderão começar a receber o benefício, conforme as regras vigentes e a disponibilidade do programa.
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