Dinheiro que foi apreendido pela PF. Foto: Divulgação/PF
Na quarta-feira, 2 de outubro, no Centro de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu em estacionamento um homem com R$1.920.000 em espécie.
De acordo com a PF, informações obtidas e os documentos com o indivíduo, o dinheiro seria usado para a prática de corrupção eleitoral.
Segundo a TV Globo, o homem é dono de uma empresa que contém vários contratos com as prefeituras de São João de Meriti e Duque de Caxias.
A prisão foi feita pelo Grupo de Combate aos Crimes Eleitorais da PF no Rio de Janeiro (GET) e contou com o apoio de policiais federais da Delegacia de Defesa Institucional (DELINST), da Delegacia de Direitos Humanos e do Grupo de Pronta de Intervenção (GPI) da PF/RJ.
O homem, o dinheiro e os documentos que vinculam sua destinação foram encaminhados à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, onde será instaurado inquérito para dar prosseguimento à investigação. O preso poderá responder por corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal em Pernambuco, por meio de sua delegacia no município de Caruaru/PE, deflagrou, na manhã desta terça-feira, 1º de outubro, a denominada Operação ENLACE, com a finalidade de apurar a atuação de organização criminosa especializada na prática de crimes que visavam a regularização migratória de estrangeiros no país.
As práticas ilícitas consistiam na identificação e aliciamento de mulheres brasileiras dispostas a se casarem simuladamente com estrangeiros (de origem chinesa), mediante pagamento, com o propósito de tornar legítima a permanência delas no país.
Os mandados de prisão foram cumpridos em São Paulo (2), Recife (4), Paulista (1) e em Caruaru (3).
As investigações tiveram início em 2021, a partir de denúncia sobre fraude em pedidos de residência de estrangeiros no Brasil, fundamentados em casamento com nativas.
Ao todo estão sendo empregados na operação cerca de 60 (sessenta) Policiais Federais, que cumprem 10 (dez) mandados de busca e apreensão, nas cidades de São Paulo, Recife e Caruaru, todos expedidos pelo Juízo da 16ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco – Subseção Judiciária de Caruaru.
Os crimes investigados são de formação de organização criminosa (art. 2º, caput, da Lei 12.850/2013), falsidade ideológica (art.299 do Código Penal) e uso de documento falso (art. 304 do Código Penal), cujas penas máximas, somadas, podem ultrapassar 19 anos de reclusão.
O nome da Operação é uma alusão à relação matrimonial supostamente simulada pelos investigados.
Com informações do G1 e da PF
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Além disso, a empresa também deverá afixar a comunicação em locais de grande circulação de funcionários em seus estabelecimentos. Caso a empresa descumpra a decisão, há multa diária de R$ 500 mil.
Para assegurar que o momento de ir às urnas ocorra com agilidade, conforto e segurança, a legislação brasileira estabelece um conjunto de direitos e preferências.
Os processos seletivos incluem cargos de analista, especialista, consultor, desenvolvedor e jovem aprendiz, entre outras funções. Os requisitos variam conforme a posição pretendida.
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