Esmaltes da Impala proibidos. Foto: Divulgação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de esmaltes em gel da marca Impala após a identificação de uma substância que passou a ser proibida em cosméticos no Brasil. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 16 de março.
A medida envolve produtos fabricados pela empresa Laboratório Avamiller de Cosméticos LTDA. A própria empresa informou que alguns itens da linha apresentam em sua composição uma substância que não pode mais ser utilizada em produtos desse tipo.
A decisão ocorre após uma resolução da Anvisa publicada em 30 de outubro de 2025. A norma atualizou a lista de substâncias proibidas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.
Após a publicação da regra, a empresa responsável pelos esmaltes comunicou que alguns produtos da linha Impala possuem em sua fórmula a substância identificada como INCI Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide, conhecida pela sigla TPO. Com base nessa informação, a Anvisa determinou o recolhimento dos itens que contêm o componente.
A medida envolve esmaltes em gel da linha Impala Gel Plus. O recolhimento inclui diferentes versões da linha comercializada pela marca. Entre os produtos citados estão o Plus Gel Esmalte Impala Gel, o Esmalte Gel Impala Gel Plus e o Gel Plus Impala Esmalte Gel.
A lista também inclui o produto Esmalte Gel Plus Impala e o Top Coat Gel Impala Gel Plus Clear. De acordo com a publicação oficial, o recolhimento abrange todos os lotes desses itens.
A agência reguladora atua na fiscalização de produtos ligados à saúde e estabelece regras para fabricação e comercialização de itens como medicamentos, alimentos e cosméticos. Nesse caso, a decisão segue as normas estabelecidas na resolução que atualizou a lista de substâncias proibidas em cosméticos no país.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana o uso do teplizumabe por pessoas a partir de 8 anos com diabetes tipo 1. O medicamento tem como objetivo atrasar a progressão da doença.
Comercializado como Tzield, o teplizumabe age no sistema imunológico. Ele atua sobre células de defesa chamadas linfócitos T, que, no diabetes tipo 1, atacam por engano as células do pâncreas responsáveis por produzir insulina.
Ao modular essa reação, o tratamento busca reduzir o ataque e retardar a progressão da doença - pesquisas indicam que o fármaco consegue adiá-la, em média, em dois anos.
Segundo Melanie Rodacki, coordenadora do departamento de diabetes tipo 1 adulto da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a aprovação marca uma nova fase no cuidado de pacientes com a doença.
Ela explica que, até agora, o tratamento era baseado apenas na reposição da insulina que o organismo deixava de produzir diante da destruição das células pancreáticas. Com a nova terapia, é possível intervir no processo imunológico que leva a essa destruição.
"A aprovação é um avanço significativo, mas ainda há etapas a cumprir para que o medicamento seja comercializado. Como o custo é alto, é essencial que sejam definidas estratégias de acesso por planos de saúde e pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, é necessário que seja estabelecido um preço viável à realidade da população brasileira", destaca Melanie.
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Nas palavras de Geraldo Leite, Gisele tinha conhecimento dos procedimentos policiais. O oficial reafirmou a versão de que a companheira teria tirado a própria vida.
Informações, referentes ao ano-calendário de 2025, foram publicadas nesta segunda-feira, 16 de março, pela Receita Federal.
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