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Eleições 2026: 11 governadores renunciam cargo para disputar as eleições em 2026

Prazo para agentes públicos deixarem seus cargos, terminou sábado (4), e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar.

Romildo Lacerda

06 de abril de 2026 às 13:37   - Atualizado às 14:01

Ronaldo Caiado, Cláudio Castro e Romeu Zema

Ronaldo Caiado, Cláudio Castro e Romeu Zema Foto/Arte: Portal de Prefeitura

Prazo para agentes públicos que vão participar das eleições em outubro de 2026 deixarem seus cargos, terminou neste sábado, 4 de abril. A regra é chamada de desincompatibilização e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar no pleito eleitoral do ano vigente.

Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos. Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.

Nove governadores saíram do cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles: Gladson Cameli (PP-AC); Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES); Mauro Mendes (União-MT); Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR).

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.

Com plano de se reeleger, nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos: Raquel Lyra (PSD-PE); Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE). De acordo com a legislação eleitoral, políticos não precisam deixar os cargos no Poder Executivo se pretendem disputar o segundo mandato.

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Sete govenadores decidiram completar o mandato e não renunciaram para disputar algum cargo nas eleições. Eles já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL); Carlos Brandão (Sem partido-MA); Ratinho Junior (PSD-PR); Fátima Bezerra (PT-RN); Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).


O primeiro turno das eleições será em 4 de outubro, quando 155 milhões de eleitores estarão aptos a elegerem o presidente da República, governadores e deputados estaduais, federais e senadores. Havendo segundo turno, poderá ser realizado, no dia 25 de outubro, para os cargos de presidente e govenador se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, no primeiro turno.

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