Medicamento será produzido pela EMS e não terá nome comercial; data de lançamento e preço ainda não foram informados.
Assim como os demais medicamentos da classe GLP-1, a semaglutida sintética só pode ser adquirida mediante apresentação de receita médica em duas vias, informou a Agência.
O órgão regulador publicou resolução no Diário Oficial da União autorizando a logística de farmácias por e-commerce, mas impõe regras rígidas de conformidade sanitária.
A doença atinge cerca de 2 a 5 pessoas a cada 1 milhão de adultos por ano. O tempo médio de sobrevida dos pacientes é de 2,8 ano.
Agência identificou incompatibilidade entre lote e número de série do medicamento e orienta que produto não seja comercializado nem utilizado.
Os medicamentos injetáveis aprovados foram registrados por comparação com o produto biológico Ozempic e têm como princípio ativo a semaglutida obtida por via sintética.
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